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O que fazer quando disjuntores desarmam e a energia cai

Entenda como eles funcionam e os riscos de um funcionamento instável.

PUBLICADO NO DIA: 08/12/2020

Você está tomando um banho mais demorado e, do nada, a eletricidade cai.

 

Antes de entrar em pânico, primeiramente abra o quadro de luz e confira se todos os disjuntores estão no modo “on”. Caso não esteja, para restabelecer a energia imediatamente, basta religar sua chave.

 

Mas, para garantir a segurança da instalação e evitar riscos futuros, é preciso identificar e resolver o problema o quanto antes. A sobrecarga, especialmente em instalações mais antigas, que não foram planejadas para a demanda dos eletrônicos atuais, é a causa mais comum para os disjuntores se auto desligarem, ou “desarmarem”, apesar de outros fatores também influenciarem no aparelho.

 

Quer entender mais sobre essas causas do mau funcionamento dos disjuntores e os riscos que isto pode causar para a rede elétrica da sua casa? Separamos algumas informações que você precisa saber sobre o tema e dicas para evitar surpresas e, claro, acidentes.

Afinal, o que são os disjuntores?

Os disjuntores são equipamentos fundamentais em qualquer instalação elétrica e servem para interromper a corrente de energia em condições atípicas, como superaquecimento, evitando queima de aparelhos elétricos e até mesmo princípios de incêndio.

 

O disjuntor é uma evolução do fusível. Ele queimava quando a rede elétrica apresentava problemas e precisava ser trocado para a energia ser retomada. As pessoas costumavam ter fusíveis reserva, porque as instalações eram precárias e as “quedas” mais constantes. Mas, com a chegada do disjuntor, guardar fusíveis virou coisa do passado, uma vez que o dispositivo somente desconecta da rede ao sinal de anormalidades e só precisa ser substituído em caso de danos.

Existem diversos modelos de disjuntores para diferentes tipos de uso. O disjuntor unipolar atende circuitos monofásicos, como iluminação e tomadas de fase 127 ou 220v; o disjuntor bipolar é usado em torneiras e chuveiros de sistemas bifásicos, na fase de 220v; já o disjuntor tripolar é indicado para redes mais “parrudas”, compostas por circuitos de três fases, com 220 ou 380v.

 

A principal função do disjuntor é monitorar o fluxo de eletricidade em um circuito e reagir a variações não esperadas. Ele identifica quando a amperagem excede a quantidade nominal, há algum tipo de excesso na corrente de energia elevada, ou a temperatura aumenta, e interrompe a transmissão.

O que faz os disjuntores desarmarem?

Muitas vezes o perigo está em hábitos rotineiros, como utilizar benjamins, hubs e outros multiplicadores de tomada, fazendo com que elas fiquem sobrecarregadas e a fiação esquente.

 

Também é importante observar se os equipamentos ligados na energia estão funcionando corretamente, e se os cabos de força estão íntegros, porque fios desencapados tendem a provocar curto-circuito e comprometer toda ou parte da rede elétrica.

 

O chuveiro também é mais um vilão no consumo de energia, especialmente os mais modernos e potentes, e precisa ser compatível com a instalação da casa. Há modelos que necessitam de fiação mais espessa e disjuntores com maior amperagem para funcionarem como esperado, sem sobrecarregar a rede de energia.

 

Outra situação comum é que a energia seja interrompida quando aparelhos de alta demanda de eletricidade, como micro-ondas, aquecedores e secadores sejam ligados simultaneamente, ou ao mesmo tempo que o chuveiro. 

Se isso acontece com frequência, pode ser sinal de que a rede elétrica precisa de ajustes ou manutenção, que pode ser desde simples reparos e substituição dos disjuntores à troca dos cabos por outros de maior calibre.
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Como posso reparar os disjuntores?

Somente um eletricista de confiança poderá recomendar as medidas necessárias para consertar ou ajustar a instalação de energia. Por isso, ao contratar um serviço, tenha certeza de que os disjuntores, cabos e conexões sejam de qualidade, certificados e de acordo com as especificações da instalação elétrica.

É um erro usar disjuntores de amperagem maior ou menor do que pedem os cabos, porque eles podem não desarmar quando há superaquecimento e é aí que pode ocorrer um foco de incêndio.

 

Mexer em instalações elétricas não é uma aventura para leigos, e contar com profissionais qualificados é garantia de segurança.

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